O smartwatch está se tornando um gadget cada vez mais comum na vida do brasileiro, já que a cada dia que passa está mais útil na rotina e acesível para mais pessoas. Mas por ainda ser um aparelho muito novo, muitas pessoas ainda não sabem o que levar em conta na hora da escolha.
Por isso o Rei do Eletro vai te ajudar nessa missão!
Testamos alguns produtos do mercado na atualidade, e escolhermos o melhor smartwacth, em 3 categorias distintas: Custo Benefício, Top de Linha e Bom e Barato. Assim te sugerimos as melhores opções se você quer algo eficiente com preço médio, algo de categoria elevada com custo maior, ou precisa somente de algo com qualidade adequada pelo menor preço possível.
Te mostramos o melhor, seja qual for a sua necessidade!
Critérios de indicação
O Rei do Eletro testou e escolheu os smartwatchs mais indicados em diferentes categorias, levando em conta quesitos como acabamento, desempenho, durabilidade, design e consumo, levando em conta diferentes necessidades de cada consumidor.
A partir disso, elegemos os melhores smartwatches em três categorias de preço diferentes, para que você possa identificar o aparelho que mais te atende e que cabe no seu orçamento!
As categorias são:
- Custo Benefício: Modelos que custam entre R$ 250 e R$ 1000 em média
- Top de Linha: Modelos que custam a partir de R$ 1000 em média
- Bons e Baratos: Modelos que custam até R$ 250 em média
O Melhor Smartwatch por Categoria
Veja também:
Smartwatchs com Melhor Custo Benefício
PREÇO MÉDIO DOS MODELOS DESSA CATEGORIA: De R$ 250 a R$ 1000
1. Redmi Watch 5

Nossa Avaliação
🏆 Melhor Smartwatch 🏆
Ficha Técnica:
| QUESITO | AVALIAÇÃO |
|---|---|
| Tela | 2,07″ AMOLED |
| Bateria | 340 mAh |
| Caixa | 40 mm |
| Peso | 77,5 g |
Prós:
- Smartwatch com melhor custo benefício geral atualmente
- Wear OS completo com apps e respostas no relógio
- Tela AMOLED grande, brilhante e muito resistente
Contras:
- Carregamento ainda usa pinos magnéticos
- Tamanho único pode incomodar pulsos menores
O melhor smartwatch é o Redmi Watch 5, analisando de maneira geral. Isso porque ele é um intermediário que entrega mais do que o esperado dentro da categoria, sendo o que vai representar o melhor custo benefício para a maioria das pessoas. A combinação de bateria muito duradoura, sistema Wear OS completo e recursos como pagamento por aproximação e armazenamento de músicas cria uma experiência bem equilibrada. A tela grande e resistente reforça a sensação de um produto mais refinado, enquanto o conjunto de sensores atende bem quem quer acompanhar saúde e treinos.
Recebi o Redmi Watch 5 da Xiaomi aqui para testes e confesso que comecei usando ele sem muita expectativa, mais curioso pela proposta do que qualquer outra coisa. Depois de alguns dias direto no pulso, inclusive dormindo com ele e levando para treinos, ficou claro que esse é um daqueles relógios que chamam atenção mais pelo conjunto do que por um único recurso isolado.
O primeiro impacto veio da bateria absurda. Tirei ele da carga e deixei rodando com notificações, alguns treinos e uso moderado, e consegui passar de uma semana com folga. Teve dia que usei menos, teve dia que usei mais, mas ainda assim ver ele chegando perto de 10 dias com carga restante na casa dos 20% foi algo que realmente me impressionou. Isso muda completamente a relação com smartwatch, porque deixa de ser aquele acessório que vive pedindo tomada.
A tela também me chamou bastante atenção. É um painel AMOLED bem grande, com bordas finas e brilho forte, que segura bem tanto em ambiente aberto quanto em locais fechados. Usei em sol direto durante caminhada e não precisei forçar leitura. Além disso, a proteção em safira passa uma segurança real, já dei algumas esbarradas em porta, bancada e até no carro, e ela continua intacta, sem micro riscos visíveis.
Outro ponto que fez diferença foi o sistema com Wear OS. Aqui não tem aquela limitação comum de smartwatch mais simples. Instalei Spotify, configurei notificações completas e até respondi mensagens direto pelo relógio. O teclado funciona melhor do que eu esperava e o reconhecimento de voz também surpreende. Receber ligação pelo WhatsApp e atender direto pelo pulso acontece de forma rápida, sem aquele atraso que costuma incomodar.
No uso com atividades físicas, ele se mostrou bem consistente. Testei com caminhada, academia e uso contínuo de sensores. Ele tem muitos modos de treino e sensores suficientes para monitorar frequência cardíaca, oxigenação e até padrões mais detalhados. O GPS funcionou bem nos trajetos e o fato de poder sair só com o relógio, usando música offline e fone conectado, é algo que na prática acaba sendo muito útil.
O pagamento por aproximação foi outra coisa que usei mais do que imaginava. Dois toques e o cartão já está ali pronto para uso. Testei em mercado, padaria e até em máquina de rua, e funcionou sem complicação. Isso combinado com a autonomia de bateria dá uma liberdade interessante, dá pra sair sem celular em várias situações sem sentir falta.
A construção também me agradou. A caixa em aço inox transmite boa firmeza, o peso é equilibrado e a pulseira, mesmo sendo simples, segura bem no pulso. A coroa giratória ajuda bastante na navegação e deixa o uso mais intuitivo no dia a dia.
Nem tudo é perfeito. O carregamento ainda usa pinos magnéticos, o que parece um pouco ultrapassado perto de algumas soluções mais modernas. Os gestos por movimento funcionam, mas nem sempre acertam de primeira, exigindo insistência. Também senti falta de uma versão menor, já que esse tamanho pode não agradar todo mundo.
Imagem de Teste Redmi Watch 5

2. Amazfit Bip 6

Nossa Avaliação
🥈 2º Lugar Custo Benefício 🥈
Ficha Técnica:
| QUESITO | AVALIAÇÃO |
|---|---|
| Tela | 1,97″ AMOLED |
| Bateria | 340 mAh |
| Caixa | 46 mm |
| Peso | 27,9 g |
Prós:
- Tela AMOLED quase 2″ com brilho forte e ótima leitura
- IA integrada que resume mensagens e cria lembretes
- Sistema completo com chamadas, apps e respostas avançadas
Contras:
- Interface pode exigir tempo para se acostumar
- Resistência à água limitada para usos mais intensos
Recebi o Amazfit Bip 6 aqui para testes e usei ele por alguns dias seguidos, alternando entre rotina comum, notificações constantes e algumas medições de saúde. O que mais me chamou atenção logo no início foi como ele deixou de ter aquela cara de modelo básico da linha Bip. A sensação geral é de um produto mais completo, principalmente quando comparo com gerações anteriores que já testei há alguns anos.
A primeira coisa que salta aos olhos é a tela AMOLED bem mais definida. Coloquei lado a lado com um modelo anterior e a diferença é gritante, o preto é realmente profundo e os elementos ficam mais nítidos. São quase 2 polegadas, então tudo aparece com mais espaço e melhor leitura. Em ambiente aberto, o brilho sobe bastante e segura bem a visualização, inclusive com aquele aumento automático quando pega sol direto.
No pulso, o conforto continua sendo um ponto forte. Mesmo com a mudança para estrutura em liga de alumínio, ele não ficou pesado. Usei durante várias horas seguidas e até para dormir, e não incomodou. A leveza lembra bem os modelos antigos, mas com uma sensação de construção mais sólida. Os dois botões laterais ajudam bastante no acesso rápido às funções, principalmente quando estou em movimento.
O sistema evoluiu bastante também. A navegação está mais fluida, com animações bonitas e respostas rápidas. Um detalhe que gostei foi a integração com o aplicativo, que organiza bem dados de sono, estresse e atividade. Ele mostra pontuações, gráficos e até interpretações do que aconteceu durante a noite. Depois de alguns dias usando, comecei a olhar esses dados com mais frequência do que imaginava.
Nas notificações, ele me surpreendeu. Recebe mensagens completas, inclusive com imagens e figurinhas, e permite responder de várias formas, seja com respostas prontas, teclado ou até voz. Testei também chamadas por Bluetooth e funcionou bem, com áudio claro por estar próximo ao rosto. Esse tipo de recurso costuma falhar em modelos mais simples, mas aqui funcionou de forma consistente.
Outro ponto que me agradou foi a presença de IA integrada no sistema. Em alguns momentos usei para resumir mensagens longas e até criar lembretes direto a partir de notificações. Também testei comandos simples, como criar eventos e consultar clima, e ele respondeu rápido. Não é algo que use o tempo todo, mas em situações específicas ajuda bastante.
A parte de saúde e esportes está bem completa. Ele mede frequência cardíaca, oxigenação, estresse e traz métricas como variabilidade cardíaca. Usei em caminhadas e no acompanhamento de sono, e os dados aparecem bem organizados. O GPS independente e os mapas offline funcionam sem precisar do celular, o que facilita sair só com o relógio em algumas situações.
A bateria ficou dentro do que eu esperava para esse tipo de smartwatch mais completo. Com meu padrão de uso, cheio de notificações e tela sempre ativa, consegui cerca de uma semana antes de precisar carregar. Em uso mais leve, dá para esticar um pouco mais. Não chega perto dos modelos antigos da linha Bip, mas considerando tudo que ele entrega hoje, achei equilibrado.
Alguns detalhes poderiam melhorar. A resistência à água é mais voltada para uso cotidiano, então não é o tipo de relógio que dá muita confiança para atividades mais intensas na água. O sistema tem muitas funções e pode parecer complexo no começo, exigindo um tempo até se acostumar. Também percebi que, para quem não usa tantos recursos, ele acaba oferecendo mais do que realmente vai ser aproveitado.
Imagem de Teste Amazfit Bip 6

3. Samsung Galaxy Watch7

Nossa Avaliação
🥉 3º Lugar Custo Benefício 🥉
Ficha Técnica:
| QUESITO | AVALIAÇÃO |
|---|---|
| Tela | 1,50″ Super AMOLED |
| Bateria | 300 mAh |
| Caixa | 40 mm |
| Peso | 28,7 g |
Prós:
- Sistema extremamente fluido com ótimo desempenho no uso
- Tela AMOLED com bordas finas e excelente qualidade
- NFC e apps completos para uso independente do celular
Contras:
- Bateria dura cerca de um dia apenas
- Não funciona com iPhone, limitado ao Android
Recebi o Galaxy Watch7 da Samsung aqui para testes e usei ele por um bom tempo, inclusive alternando entre dias mais corridos com muitas notificações e momentos mais tranquilos, só acompanhando saúde e algumas atividades. A primeira sensação ao colocar no pulso foi de um relógio muito bem resolvido, daqueles que não impressionam por um detalhe específico, mas pelo conjunto inteiro funcionando redondo.
O que mais me chamou atenção logo de cara foi o conforto no pulso. Mesmo sendo um modelo mais completo, ele encaixa muito bem, fica firme sem apertar e não fica sambando durante o uso. Testei tanto a versão menor quanto a maior, e a ergonomia é um dos pontos mais acertados aqui. A pulseira não é a mais bonita que já vi, mas segura bem e não incomoda mesmo depois de horas.
A tela é outro destaque claro. É uma AMOLED com bordas bem finas e ótima definição, o que dá aquela sensação de tela maior do que realmente é. Usei em ambiente aberto, caminhada no sol e também dentro de casa, e a visibilidade se manteve excelente. As cores são bem vivas e o brilho acompanha bem diferentes cenários, o que deixa a leitura das informações bem confortável.
No desempenho, dá para perceber que a Samsung acertou bastante. O sistema roda muito fluido, sem engasgos, mesmo abrindo vários apps seguidos. Testei alternando entre Spotify, notificações e até navegador, e ele se manteve estável. Essa sensação de resposta rápida e navegação suave faz muita diferença, principalmente em smartwatch, que qualquer travadinha já incomoda.
Um dos pontos que mais usei foi a parte de conectividade e funções do dia a dia. Com o Wear OS, dá para instalar aplicativos, responder mensagens completas e até usar o WhatsApp direto no relógio. Em alguns momentos saí só com ele, conectei fone Bluetooth, coloquei música e consegui resolver coisas básicas sem pegar o celular. O pagamento por aproximação com NFC também entrou fácil na rotina, é aquele tipo de função que depois que você acostuma, começa a usar sem perceber.
Na parte de saúde, ele entrega um pacote bem completo. Fiz alguns testes acompanhando batimentos, sono e até composição corporal. Ele traz bastante dado organizado, com gráficos e medições constantes. Para quem gosta de acompanhar essas métricas com mais detalhe, ele entrega bastante informação. Nos treinos, usei em caminhada e exercícios simples, e ele se saiu bem, mas sem aquela pegada mais especializada de relógios focados só em esporte.
A bateria segue aquele padrão de smartwatch mais avançado. No meu uso, consegui algo entre um dia e um dia e meio antes de precisar carregar. Acabei entrando no hábito de colocar para carregar no fim do dia ou durante o banho. O carregamento é rápido o suficiente para não incomodar, mas ainda exige essa rotina constante.
Alguns pontos me chamaram atenção como limitações. Ele não funciona com iPhone, então já restringe bastante dependendo do celular. A autonomia poderia ser maior, principalmente para quem vem de modelos que duram vários dias. E a pulseira padrão, apesar de confortável, não agrada tanto visualmente e acaba sendo uma das primeiras coisas que dá vontade de trocar.
Imagem de Teste Samsung Galaxy Watch7

Smartwatchs Tops de Linha
PREÇO MÉDIO DOS MODELOS DESSA CATEGORIA: A partir de R$ 1000
4. Apple Watch Series 11 GPS

Nossa Avaliação
🏆 Melhor Top de Linha 🏆
Ficha Técnica:
| QUESITO | AVALIAÇÃO |
|---|---|
| Tela | 1,96″ Retina OLED |
| Bateria | – |
| Caixa | 46 mm |
| Peso | 43,1 g |
Prós:
- Construção premium com acabamento resistente e sensação sofisticada
- Sistema extremamente fluido com integração perfeita ao iPhone
- Monitoramento avançado de saúde com análises inteligentes
Contras:
- Poucas mudanças visuais em relação à geração anterior
- Bateria ainda exige carregamento praticamente diário
Recebi o Apple Watch Series 11 GPS aqui para testes e usei ele como costumo usar smartwatch premium, direto no pulso o dia inteiro, incluindo monitoramento de sono e algumas medições de saúde. Logo nos primeiros dias, ficou claro que esse é um daqueles produtos que já atingiram um nível de maturidade muito alto, onde a experiência refinada pesa mais do que novidades visíveis.
O design segue aquela linha já conhecida da Apple, mas isso não significa falta de cuidado. A construção continua muito sólida, especialmente nas versões com materiais mais nobres, transmitindo uma sensação de acabamento extremamente refinado. Usei ele em situações do dia a dia, esbarrando em porta, bancada e até no carro, e a resistência da tela me passou bastante confiança. É um relógio que claramente foi pensado para durar.
A tela continua sendo um dos pontos mais agradáveis. O aproveitamento frontal é muito bom, com bordas finas e excelente definição. As animações são suaves e os mostradores bem trabalhados, com várias opções para personalizar. Acabei usando bastante um mostrador mais completo, cheio de informações, porque a leitura é fácil e rápida, sem precisar ficar navegando o tempo todo.
O sistema é outro ponto onde dá para perceber o cuidado. A navegação é fluida, os aplicativos abrem rápido e tudo responde de forma muito precisa ao toque. A integração com o iPhone acontece de forma quase instantânea, desde a configuração até o uso cotidiano. É aquele tipo de produto que parece “conversar” com o resto do ecossistema sem esforço, o que deixa tudo mais natural.
Na parte de saúde, ele mantém aquele perfil bem completo. Fiz alguns testes acompanhando batimentos, oxigenação e sono, e os dados aparecem bem organizados. Um detalhe interessante foi o sistema que analisa padrões ao longo do tempo para indicar possíveis alterações, como sinais relacionados à pressão. Ele não mede diretamente, mas consegue identificar tendências e sugerir atenção, o que acaba sendo útil como acompanhamento contínuo.
A bateria teve um pequeno ajuste que dá para perceber. Consegui usar ele por cerca de um dia inteiro com certa folga, incluindo sono e algumas medições. Também testei o carregamento rápido, e em poucos minutos já recupera uma boa parte da carga, o que ajuda bastante na rotina. Ainda assim, continua sendo um dispositivo que pede recarga frequente.
No uso geral, ele mantém aquela característica de smartwatch premium bem resolvido. Dá para instalar aplicativos, responder notificações, usar para pagamentos e acompanhar atividades físicas sem dificuldade. Não é um relógio focado exclusivamente em esporte, mas entrega um pacote equilibrado que atende bem diferentes tipos de uso.
Alguns pontos acabam chamando atenção ao longo do tempo. Ele praticamente não traz mudanças visuais em relação à geração anterior, o que passa uma sensação de evolução mais discreta. A bateria, mesmo melhor, ainda exige carregamento frequente. E várias funções novas acabam sendo mais sutis, funcionando mais como refinamento do que como algo que muda totalmente a experiência.
Imagem de Teste Apple Watch Series 11 GPS

5. Samsung Galaxy Watch 8

Nossa Avaliação
🥈 2º Lugar Tops de Linha 🥈
Ficha Técnica:
| QUESITO | AVALIAÇÃO |
|---|---|
| Tela | 1,47″ Super AMOLED |
| Bateria | 435 mAh |
| Caixa | 44 mm |
| Peso | 34 g |
Prós:
- Monitoramento de saúde avançado com análises e sugestões úteis
- Ergonomia melhorada, encaixa confortável e firme no pulso
- Tela AMOLED de alta qualidade com ótima visibilidade
Contras:
- Funções completas só com celular Samsung
- Preço um pouco mais alto que o esperado para a nova geração
Recebi o Galaxy Watch 8 da Samsung aqui para testes e usei ele direto no pulso por vários dias, incluindo monitoramento de sono, medições frequentes e uso contínuo ao longo do dia. Logo no início, o que mais me chamou atenção foi como ele evoluiu em pequenos detalhes, mas que juntos deixam a experiência mais refinada, principalmente para quem já vem de modelos anteriores da linha.
O design pode parecer estranho à primeira vista, com esse formato que mistura um quadrado dentro de um círculo, mas depois de alguns dias ele começa a fazer sentido. O principal ganho aqui está na ergonomia muito bem ajustada, ele encaixa melhor no pulso e fica mais estável. Usei durante longos períodos e senti menos incômodo do que em gerações anteriores, inclusive com menos atrito na pele.
A construção segue o padrão premium da Samsung, com corpo em alumínio e vidro bem acabado. Mesmo sendo a versão menor, ele passa uma sensação de produto sólido e bem montado. O peso leve ajuda bastante no conforto, principalmente para quem usa o relógio também durante o sono, algo que fiz com frequência nesses testes.
A tela AMOLED continua sendo um ponto forte. A área útil é só a parte circular, mas a qualidade é muito boa, com cores vivas e ótima leitura. Navegar pelos menus e visualizar informações é simples, e o sistema está mais polido visualmente, mantendo aquela identidade que já é familiar para quem usa Galaxy Watch há algum tempo.
No desempenho, ele se comporta de forma consistente. Não notei travamentos ou lentidão, mesmo alternando entre funções de saúde, notificações e menus. Os 2GB de RAM dão conta do recado, mesmo que eu ache que poderia ter um pouco mais para acompanhar o nível premium do produto.
A parte que realmente se destaca aqui é o monitoramento de saúde mais completo. Usei bastante as medições de frequência cardíaca, eletrocardiograma e novos recursos como análise vascular e índice antioxidante. O relógio não só mostra números, mas também interpreta os dados e dá sugestões práticas, como ajustes na alimentação ou hábitos. Isso cria uma sensação de acompanhamento mais ativo, quase como um guia constante.
Outro ponto interessante é a evolução nas métricas de sono. Depois de alguns dias usando, ele começa a montar relatórios bem detalhados, mostrando padrões, variações e até sugerindo melhorias. É o tipo de recurso que quanto mais você usa, mais útil fica, porque ele aprende o seu comportamento.
A bateria me surpreendeu positivamente. Mesmo usando bastante funções de saúde e fazendo medições frequentes, consegui fechar o dia com sobra, na casa dos 20% a 30%. Em alguns cenários, dava até para esticar um pouco mais, mas mantive a rotina de carregar diariamente, que já é comum nesse tipo de smartwatch.
Alguns pontos ainda limitam a experiência. Para aproveitar todos os recursos de saúde, é necessário estar com um celular Samsung, o que restringe bastante o uso completo. O preço inicial também é alto, principalmente no lançamento. E apesar das melhorias, o sistema e a experiência geral ainda são evoluções do que já existia, sem uma mudança radical no uso.
Imagem de Teste Samsung Galaxy Watch 8

6. Huawei GT 6 Pro

Nossa Avaliação
🥉 3º Lugar Tops de Linha 🥉
Ficha Técnica:
| QUESITO | AVALIAÇÃO |
|---|---|
| Tela | 1,47″ AMOLED |
| Bateria | 867 mAh |
| Caixa | 46 mm |
| Peso | 54,7 g |
Prós:
- Bateria impressionante que pode chegar perto de 21 dias
- Construção premium em titânio com vidro safira resistente
- GPS muito preciso com ótimo desempenho em atividades
Contras:
- Ecossistema de apps mais limitado que concorrentes
- Respostas de mensagens são mais simples e restritas
Recebi o Huawei Watch GT 6 Pro aqui para testes e usei ele por vários dias seguidos, principalmente focando em autonomia e monitoramento contínuo. Logo no primeiro contato, dá pra perceber que é um smartwatch pensado com muito cuidado no acabamento e na experiência mais refinada. Ele chama atenção no pulso de um jeito diferente, mais próximo de um relógio tradicional premium do que de um gadget comum.
A construção é um dos pontos que mais me agradaram. A versão que usei em titânio tem um peso bem equilibrado e transmite aquela sensação de peça sólida, bem trabalhada. A tela com cristal de safira reforça essa ideia de durabilidade, e durante os testes acabei esbarrando em algumas superfícies sem deixar marcas visíveis. É aquele tipo de relógio que você usa sem ficar preocupado o tempo todo.
A tela AMOLED também se destaca bastante. O brilho é muito forte, chegando a níveis que realmente fazem diferença quando você está ao ar livre. Usei em caminhada sob sol direto e consegui ler todas as informações sem esforço. Além disso, o modo Always On funciona de forma discreta e elegante, mantendo a estética de relógio tradicional mesmo quando não estou interagindo.
Agora, o grande diferencial mesmo é a bateria fora da curva. Fiz um acompanhamento mais atento e, mesmo mexendo bastante, ativando funções e testando recursos, ele passou vários dias ainda com mais da metade da carga. Em um cenário mais controlado, dá para entender como ele chega perto das três semanas de autonomia. Isso muda completamente a forma de usar, porque você simplesmente esquece que precisa carregar.
Na parte de atividades físicas e localização, ele entrega um pacote bem robusto. O sistema de posicionamento é bastante preciso, e durante os testes em caminhada e trajetos urbanos ele manteve consistência nas rotas. Além disso, a quantidade de modos de treino é enorme, incluindo opções mais específicas que não são tão comuns, o que mostra um cuidado maior com quem realmente pratica esportes variados.
Outro ponto interessante é como ele trabalha os dados de saúde. O sistema reúne várias métricas ao mesmo tempo e transforma isso em informações mais completas, incluindo aspectos físicos e até emocionais. Ao longo dos dias, comecei a perceber comparações entre períodos e pequenas interpretações que ajudam a entender melhor o próprio corpo.
Ele também traz recursos de segurança, como detecção de queda e acionamento de emergência, que funcionam de forma automática. Testei a ativação manual e o processo é rápido, o que passa uma sensação de confiabilidade em situações mais críticas.
Alguns pontos acabam aparecendo com o uso contínuo. Apesar de ter aplicativos e funções adicionais, o ecossistema ainda não é tão amplo quanto outros sistemas mais populares. As respostas de mensagens são mais limitadas, focadas em respostas rápidas. E, dependendo da versão escolhida, o valor pode subir bastante, principalmente nos acabamentos mais sofisticados.
Imagem de Teste Huawei GT 6 Pro

Smartwatchs Bons e Baratos
PREÇO MÉDIO DOS MODELOS DESSA CATEGORIA: Até R$ 250
7. Haiz HZ-ZL02D

Nossa Avaliação
🏆 Melhor Bom e Barato 🏆
Ficha Técnica:
| QUESITO | AVALIAÇÃO |
|---|---|
| Tela | 1,30″ IPS |
| Bateria | 220 mAh |
| Caixa | 44 mm |
| Peso | 30 g |
Prós:
- Melhor smartwatch barato da atualidade
- Interface fácil de entender, ideal para iniciantes
- Recebe notificações básicas com bom funcionamento
Contras:
- Sensores com medições pouco confiáveis
- Construção simples exige cuidado no manuseio diário
Recebi o Haiz HZ-ZL02D aqui para testes e fui direto para aquela abordagem mais pé no chão, usando ele como alguém que quer gastar pouco e ter um relógio funcional no pulso. Desde o primeiro contato, ficou claro que a proposta aqui é simplicidade, tanto na construção quanto nas funções, sem tentar competir com modelos mais caros.
A experiência de começar a usar foi até surpreendentemente rápida. Tirei da caixa, liguei e ele já estava mostrando hora, sem precisar de um processo complicado de configuração. O aplicativo também segue essa linha mais direta, sem exigir cadastro ou etapas demoradas. Isso acaba sendo um ponto positivo para quem só quer colocar no pulso e começar a usar sem ficar quebrando a cabeça.
O visual lembra bastante modelos mais conhecidos, com aquele formato quadrado e interface inspirada em relógios mais caros. A navegação pelos menus é simples, com um sistema de rolagem que responde bem e até vibra conforme você passa pelas opções. Não é sofisticado, mas é funcional e fácil de entender, principalmente para quem nunca usou smartwatch.
Na parte de notificações, ele cumpre muito bem o básico. Recebe mensagens, mostra alertas e permite visualizar algumas informações direto no pulso. Não tem interação avançada, mas para acompanhar notificações de redes sociais ou mensagens rápidas, ele funciona dentro do esperado para essa faixa.
Agora, quando comecei a testar os sensores, a experiência já mudou um pouco. Fiz alguns testes de frequência cardíaca e percebi comportamentos inconsistentes, com medições variando de forma estranha em algumas situações. Em certos momentos ele acompanhou bem, mas em outros apresentou números que não batiam com o que eu esperava. Isso mostra que ele até tenta entregar essas funções, mas não dá para tratar como algo confiável.
O mesmo vale para recursos mais avançados, como medição de pressão e oxigenação. Durante os testes, ficou claro que esses dados não têm precisão real e acabam funcionando mais como referência superficial do que como algo útil para acompanhamento. Para quem pensa em usar essas funções de forma mais séria, esse não é o tipo de relógio ideal.
Mesmo assim, como proposta geral, ele entrega aquilo que se espera de um modelo mais barato. Serve bem para ver hora, receber notificações e ter um primeiro contato com smartwatch. É um produto que faz sentido para quem quer algo simples e não pretende depender de funções mais técnicas.
Alguns pontos acabam limitando a experiência. Os sensores não passam confiança para uso mais sério, a interface é básica e o acabamento, apesar de bonito à primeira vista, não tem a mesma sensação de durabilidade de modelos mais caros. Ainda assim, dentro da proposta de algo barato, ele cumpre um papel honesto sem complicar o uso.
Imagem de Teste Haiz HZ-ZL02D

Como Escolher um Smartwatch
Entendendo o seu uso no dia a dia
Quando alguém me pergunta qual smartwatch comprar, a primeira coisa que eu faço não é olhar marca nem preço, é entender como esse relógio vai entrar na rotina da pessoa. Parece simples, mas é aqui que muita gente erra. Tem quem compre um modelo super avançado e usa só pra ver hora e notificação, e tem quem pega um básico e depois se frustra porque faltam recursos importantes.
Se você pretende usar para treinos, por exemplo, precisa de um modelo com monitoramento preciso de atividades físicas, GPS e resistência à água. Agora, se a ideia é mais produtividade e praticidade, então notificações, integração com celular e bateria longa começam a pesar mais. Eu sempre digo, smartwatch bom é aquele que resolve seu dia, não o mais caro da prateleira.
Outro ponto que pouca gente pensa é no conforto. Um relógio que parece incrível na ficha técnica pode simplesmente não funcionar no seu pulso no uso prolongado. Eu já testei modelos pesados que incomodam depois de algumas horas, principalmente para quem digita muito ou trabalha no computador. Então, antes de qualquer coisa, pense no seu uso real.
Compatibilidade com o seu celular
Esse é um detalhe que pode transformar uma boa compra em dor de cabeça. Nem todo smartwatch funciona bem com qualquer celular, e isso precisa ficar muito claro antes de decidir. Eu já vi muita gente comprar um modelo bonito e cheio de recursos e depois descobrir que metade das funções não funciona no seu smartphone.
Se você usa Android, normalmente tem mais opções, mas ainda assim é importante verificar se o sistema do relógio conversa bem com o seu aparelho. Já no caso de iPhone, a compatibilidade é mais restrita, e nem todos os recursos funcionam fora do ecossistema ideal. O segredo aqui é buscar integração fluida, aquela que não exige esforço para sincronizar ou configurar.
Na prática, isso impacta muito no dia a dia. Receber notificações corretamente, responder mensagens, controlar música ou até atender chamadas direto no pulso são coisas que parecem básicas, mas só funcionam bem quando há compatibilidade total. E quando funciona bem, faz uma diferença enorme na experiência.
Tela, construção e conforto no uso contínuo
Depois de anos testando smartwatch, posso dizer com tranquilidade que a tela é um dos pontos mais importantes, talvez até mais do que funções avançadas. Você vai olhar para ela dezenas, às vezes centenas de vezes por dia. Então precisa ser boa, clara e fácil de ler em qualquer situação.
Prefira modelos com boa visibilidade sob luz forte, especialmente se você costuma sair ao ar livre. Tela muito reflexiva ou com brilho fraco vira um problema rápido. Outro detalhe é o tamanho, porque um relógio grande demais pode incomodar, enquanto um pequeno demais pode dificultar a leitura.
Na construção, vale prestar atenção no material. Pulseiras de silicone costumam ser mais confortáveis para o dia a dia e exercícios. Já modelos com acabamento metálico são mais elegantes, mas podem ser menos confortáveis para uso prolongado. Eu sempre busco equilíbrio entre durabilidade e conforto, porque não adianta ser bonito e ficar largado na gaveta.
Recursos de saúde e monitoramento
Aqui é onde muita gente se empolga, e com razão. Os smartwatches evoluíram muito nesse aspecto. Hoje, mesmo modelos intermediários já oferecem monitoramento de batimentos cardíacos, sono e até níveis de oxigenação no sangue. Mas nem tudo que aparece na ficha técnica é realmente útil no dia a dia.
O que eu sempre recomendo é focar nos recursos que você realmente vai usar. Monitoramento de sono, por exemplo, é algo que muita gente passa a valorizar depois que começa a acompanhar. Já funções muito específicas acabam sendo ignoradas com o tempo. O ideal é buscar um relógio com dados confiáveis e consistentes, não apenas cheio de números.
Se você pratica atividades físicas, aí sim vale investir em algo mais completo. Modos de treino variados, GPS integrado e métricas mais detalhadas fazem diferença real. Mas, de novo, não precisa exagerar. Um bom conjunto básico, bem calibrado, já atende a maioria das pessoas com sobra.
Bateria e praticidade no dia a dia
Esse é um ponto que eu considero decisivo. Não adianta o smartwatch ser incrível se você precisa carregar todo dia e isso vira um incômodo. Na prática, a bateria define o quanto o relógio vai ser realmente útil ou apenas mais um aparelho para gerenciar.
Modelos com muitos recursos e telas mais avançadas tendem a consumir mais energia, então aqui entra o equilíbrio. Eu costumo recomendar buscar pelo menos dois a cinco dias de autonomia real, dependendo do seu uso. Menos do que isso pode começar a incomodar, principalmente para quem quer usar monitoramento de sono.
Outro detalhe importante é a facilidade de carregamento. Bases magnéticas simples funcionam bem, mas alguns modelos exigem posicionamento exato, o que pode ser chato no dia a dia. Pode parecer detalhe, mas quando você usa o relógio todos os dias, esses pequenos pontos fazem muita diferença.
Custo-benefício e escolha consciente
Depois de testar tantos modelos ao longo dos anos, eu posso afirmar com segurança, nem sempre o mais caro é o melhor para você. O que realmente importa é o quanto aquele smartwatch entrega dentro da sua realidade. Já vi modelos acessíveis surpreenderem muito, enquanto outros caros decepcionaram no uso prático.
O segredo está em identificar o que é essencial para você e ignorar o excesso. Muitas funções parecem interessantes na teoria, mas não fazem falta no dia a dia. Quando você entende isso, consegue fazer uma escolha muito mais inteligente e evitar gastar dinheiro à toa.
Também vale ficar atento a promessas exageradas. Alguns modelos prometem precisão absurda em tudo, mas na prática entregam dados inconsistentes. Eu sempre prefiro um relógio com menos funções, porém confiáveis, do que um cheio de recursos que não funcionam direito.
No fim das contas, escolher um smartwatch é muito mais sobre encaixe com a sua rotina do que sobre especificações técnicas. Quando você acerta nisso, o relógio deixa de ser só um acessório e passa a ser realmente útil no seu dia a dia.
Olá!
Sou o editor chefe do site Rei do Eletro, que se dedica a pesquisar os melhores eletrodomésticos e eletroportáteis para a casa desde 2016!
Nesse período, acumulei grande experiência para filtrar os melhores produtos, e indicá-los para diferentes tipos de necessidades.
Já ajudei mais de 150 mil pessoas a fazer a melhor escolha de compra! E ficarei feliz em te ajudar também!










Adorei o guia! Estou especialmente interessado no Amazfit, parece ter um ótimo custo-benefício. Já pensou em fazer uma comparação mais detalhada entre esses dois? Seria super útil!